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10 mandamentos para a felicidade sexual da mulher
"Estava tudo monótono na minha vida, uma chatice. Eu estava num casamento morno, cismando que existia muito mais a descobrir no campo sexual. Por isso, resolvi fazer minha própria história." Aretusa Von de Menezes "Não conheço nada de sexo; sempre fui casada." Já se foi o tempo em que a mulher tinha vergonha do próprio prazer sexual. Depois de tantos séculos de subordinação aos homens, as mulheres estão cada vez mais interessadas em descobrir todas as possibilidades do próprio corpo e determinadas a alcançar a tão sonhada felicidade sexual. O que era um desejo secreto, uma fantasia, está cada vez mais fácil de se tornar realidade. É isso que prova a escritora Aretusa Von de Menezes no livro 10 mandamentos para a felicidade sexual da mulher. Conhecer-se a si mesmo é o caminho. Os dez mandamentos relacionados no livro são provocações à descoberta, à ousadia. Os desaforados exercícios propostos ao final de cada capítulo têm como destino o autoconhecimento sexual e o prazer profundo, absoluto e libertador. Este não é um simples livro de auto-ajuda, é muito mais do que isso; é literatura erótica livre, instigante e divertida, deliciosa crônica do comportamento da mulher contemporânea. Como diz no prefácio Sabina Anzuategui, autora do romance Calcinha no varal (Cia das Letras) e roteirista do filme Desmundo (dirigido por Alain Fresnot), "a narrativa tem a agilidade e a leveza da literatura pornô bem-humorada", plena de um "erotismo alegre e feminino". Corajosa, ela explora as mais diversas possibilidades de prazer sexual, oferecendo muita inspiração à mulher curiosa de qualquer idade e estado civil. Casada desde os 19 anos, com a ilusão de que seria "feliz para sempre", a personagem, abandonada pelo marido, descobre que casamento não é sinônimo de vida sexual abundante. E, decidida que é, resolve liberar as mais loucas fantasias, fetiches e perversões. Tudo de uma vez, como que para tirar o atraso. A busca pelo prazer assume o comando da sua vida. A volúpia a empurra a experimentar de tudo, a transgredir. Ela sabe que a busca da felicidade sexual dá muito trabalho, mas o melhor a fazer é aproveitar muito bem o caminho. Ela vira uma mulher como Lilith, "indômita, selvagem, livre, vibrante de energia, pronta pra viver sua sexualidade de forma plena e prazerosa, sem medos nem vergonha". Para ela, transgredir o comportamento normal e corriqueiro, aceitando suas próprias taras e perversões, é o caminho para o verdadeiro prazer. Uma certa desordem sensual é até necessária. Ela é atraída pelo mistério, pelo excesso. E, sedenta, permite-se tudo: desejos proibidos, sexo com adolescentes, desconhecidos, garotos de programa e até marido de amiga. Casas de swing, orgias, sexo a três, podolatria, bondage, dominação, submissão, masoquismo, trampling, shibari... Incansável, ela sempre tem algo mais a descobrir para satisfazer seus desejos intermináveis, "afinal, somos todos ETs procurando sua família perdida", justifica, cínica. Na Internet, ela marca encontros em salas de sexo e comunidades do Orkut e confessa, sem pudor algum: Lá, "sempre aparece alguém criativo que já despeja na tela fantasias interessantes e não fica perguntando quantos-anos-você-tem-de-onde-você-é". Ela ensina a ter prazer até mesmo sozinha e dá algumas receitas de drinks especiais para desinibir e preparar para a noite, livrando-se de medos e culpas. Ela é uma mulher moderna e muito bem informada. Ela sabe que o prazer sexual leva à segurança consigo mesma, mais aceitação e sintonia com os outros. Ela pode ser a mulher ao seu lado. Ela pode ser você.
Ficha do livro
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R. Capote Valente 288, casa 8 - Pinheiros, São Paulo - SP, CEP 05409-000 |